
Diane Arbus
É no teu olhar que me perco enquanto procuro o que pensar.
No fogo. Na mente. Nas mãos. Nas axilas. Tudo arde. Arde em maré de vermelhos e laranjas.
No fogo. Na mente. Nas mãos. Nas axilas. Tudo arde. Arde em maré de vermelhos e laranjas.
Tusso.
Eu digo-te e oriento-te. Mas eu não sou eu. Apercebes-te? Sim existem dias em mim que a voz se torna entorpecida. Desculpa.
E tu sorris-me como se eu fosse alguém especial. Importante na tua vida. E eu sinto-me pequena e inútil. Inútil como as toalhas de renda feitas pela minha mãe. Que têm simbolismo mas que eu acabo por nunca usar. Desculpa.
Há uma música que toca. A que me deste a conhecer e nem sabes a importância da mesma. Eu que te escondo a minha compulsividade e me mostro... equilibrada? E há dor em mim. Sentes? Não sei. Eu que te quero bem e te trato como um miúdo nesta minha arrogância. Torno a pô-la? Deixa ouvir o que se segue. Desculpa.
Lábios nos lábios. E uma vergonha em mim. Perguntas-te porquê. Eu respondo: eu não sou eu. Somente isso. Eu não sou eu. Sentes? É outra. Não a conheces. Esta é a completa. Mentira. É a alucinada. Inadaptada. Torno a pôr. Desculpa.
Quantas vezes mais? As que quisermos. As que conseguirmos. As que eu conseguir. Desculpa.
Telefonas e questionas-me. E eu que quero que sejas tu a decidir. Eu mulher preguiçosa. De momentos. Cansada de responsabilidades e eficiência. Decide. Porra, decide tu! Desculpa.
Choro. Desculpa.
Que grande merda... um dia escreverei algo interessante. Desculpa.
Nina continuas a escrever bem, eu adoro ler-te :) P.S- Continuo sem messenger :( Sempre tomamos um coffee um dia destes? Bj
ResponderEliminarBoas Festas!
ResponderEliminarBjs.